A secretaria municipal de Educação de São Paulo vai avaliar mês a mês a possibilidade ou não de ampliação do número de alunos nas escolas. Assim como a rede estadual, a rede municipal só deverá receber 35% dos estudantes em fevereiro e as particulares, 70%. Em março, uma reunião poderá decidir pela ampliação dos índices, de acordo com a evolução da pandemia.
"A cada mês a saúde fará uma reavaliação. Ao longo da semana que vem vamos ter reuniões entre as secretarias. Vamos completar um mês em 1º de março. Para março, haverá uma reavaliação. Se os índices mantiverem, ampliaremos" afirmou o secretário municipal de Educação, Fernando Padula.
Para o secretário o momento atual é de cautela. "Todo mundo deseja chegar 100%", diz o secretário. No entanto, "é preciso haver mais segurança da manutenção do índices".
A capital paulista avança para a fase amarela a partir de sábado (6), de acordo com nova classificação do Plano São Paulo. Ainda não está claro qual porcentual será permitido para as escolas particulares no município.
Um decreto do secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, estabelece que, na fase amarela do plano de flexibilização, as escolas podem receber 70% dos estudantes. Nas fases vermelha e laranja, o porcentual máximo é de 35%. Para o mês de fevereiro, no entanto, segundo Rossieli afirmou ao Estadão, mesmo na fase amarela, a capacidade máxima será de 35% nas escolas estaduais e que não haverá obrigatoriedade de presença dos estudantes das escolas estaduais.
Os municípios que discordarem do avanço na flexibilização precisam publicar decretos informando uma eventual restrição.
*Com informações da Agência Estado
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