OMS: América Latina ainda precisa trabalhar muito contra a covid-19

Mike Ryan afirmou que os casos e óbitos seguem aumentando na região
Mike Ryan afirmou que os casos e óbitos seguem aumentando na região Salvatore Di Nolfi / EFE - EPA - arquivo

O diretor-executivo para Emergências da OMS (Organização Mundial de Saúde), Mike Ryan, garantiu nesta quinta-feira que os países latino-americanos ainda têm um longo caminho no combate ao novo coronavírus.

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"Da nossa perspectiva, a América Latina é o epicentro da pandemia e ainda precisa de muito trabalho para eliminar a transmissão e reduzir a exposição das comunidades", afirmou o responsável pela estratégia global da agência, em entrevista coletiva.

A região, junto com o Caribe, já têm mais casos do que qualquer outra do planeta - inclusive, Estados Unidos e Canadá somados - com 4,46 milhões de casos sde infecção, dos 8,84 milhões das Américas como um todo.

Em todo o mundo, são 16,8 milhões de infectados, o que representa pouco mais de 253 mil a mais na comparação com a véspera. A quantidade de mortes, por sua vez, chegou a 662.095, de acordo com a OMS.

Ryan destacou, além disso, que a situação é mista na América Latina, com alguns países muito afetados e outros menos, embora, de maneira geral, os casos e óbitos sigam aumentando, como citou Ryan, no próximo Brasil.

O diretor-executivo para Emergências da OMS mostrou preocupação, inclusive, a situação na Colômbia, com a assistência às populações refugiadas, em particular, dos venezuelanos.

"É um grande desafio. Trata-se de lugares com complexidades econômicas e sociais, como pobreza, gente vivendo na precariedade, comunidades indígenas, problemas de acesso à serviços básicos", alertou.

No dia em que foram completados seis meses da declaração da OMS de que a propagação do novo coronavírus era uma emergência sanitária, Ryan lembrou que os alguns países conseguiram reagir rápido, mas que outros demoraram, embora tenham conseguido dar a volta por cima, como Espanha, Itália e Coreia do Sul.



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