A cidade de São Paulo terá redução de 8,39% de sua frota de ônibus a partir desta quinta-feira (25). A prefeitura afirma que irá priorizar o atendimento a bairros periféricos, que mais sofrem com casos de covid-19, e pelo fato da taxa de passageiros ter se mantido estável mesmo após a reabertura do comércio na capital, com cerca de 1,3 milhão de passageiros em dias úteis.
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A SpTrans (São Paulo Transporte), empresa responsável por administrar o transporte coletivo de ônibus da cidade, também afirma que a medida será adotada somente em linhas que estão com oferta superior à demanda existente. Com a redução, a cidade terá 10.791 ônibus em atividade, com 1.037 a menos do que passou a ser disponibilizado logo após a reabertura de concessionárias e escritórios.
No dia 9 de junho, em meio ao começo da reabertura da economia na capital, a gestão municipal aumentou a frota para 92,31% do total para prevenir aglomerações no transporte público.
Porém, a demanda se manteve em 1,3 milhão de passageiros por dia o que fez a prefeitura voltar atrás no aumento. No período pré-quarentena, o movimento registrado alcançava 3,3 milhões de passageiros diariamente.
Mesmo com a disponibilização de 92% no início de junho as cenas constantes de ônibus cheios, com passageiros sendo transportados em pé, resultaram na demissão do secretário de Transportes, Edson Caram. A gestão Covas reviu a medida na última sexta-feira (19), e agora só recomenda que os motoristas dos ônibus evitem a superlotação e que transportem os passageiros com distância segura.
Trens ficam lotados em São Paulo em dia de reabertura de shoppings (11/06)
*Estagiário do R7, sob supervisão
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